Uma amizade iniciada nos bancos do Colégio Diocesano, em Teresina, e fortalecida ao longo de décadas de convivência, medicina e histórias compartilhadas.
Há amizades que o tempo não apaga. Pelo contrário: quanto mais os anos passam, mais preciosas se tornam as lembranças de uma caminhada compartilhada.
Foi com esse sentimento que o Dr. Raimundo Leal participou, no SIMEPI — Sindicato dos Médicos do Estado do Piauí, da cerimônia de lançamento do livro Stanley Brandão de Oliveira — Trajetória de Vida e Paixões, de Ana Pádua, dedicado à vida e à trajetória do médico Stanley Brandão de Oliveira.
Ao Dr. Raimundo coube a missão de fazer a saudação durante a cerimônia. Uma tarefa especial para qualquer amigo, mas ainda mais significativa para quem conhecia Stanley desde os primeiros anos de vida.
Os dois se conheceram ainda jovens e estudaram juntos no Colégio Diocesano, em Teresina, onde iniciaram uma amizade que atravessaria décadas. A parceria se fortaleceu ainda mais quando, entre 1970 e 1975, cursaram juntos a Faculdade de Medicina na UFPI. Colegas de escola e, depois, amigos de faculdade, Raimundo Leal e Stanley Brandão de Oliveira compartilharam uma importante fase de formação e de vida, construída sobre amizade, convivência e histórias que permaneceram ao longo dos anos.
Por isso, falar sobre Stanley naquele momento não era apenas falar sobre o médico, o professor ou o profissional que construiu sua trajetória. Era falar sobre o amigo, sobre as lembranças e sobre uma história de convivência que começou muito antes de suas realizações profissionais.
Uma história que permanece
O livro de Ana Pádua resgata diferentes aspectos da trajetória de Stanley Brandão de Oliveira e ajuda a preservar a memória de sua vida, de suas paixões e de sua contribuição à medicina.
Para Raimundo Leal, entretanto, existe algo que nenhum livro consegue traduzir completamente: a memória afetiva de quem teve a oportunidade de conviver com Stanley ao longo de tantos anos.
“Falar de Stanley é falar de uma parte importante da minha própria história. Nós nos conhecemos ainda no Diocesano, em Teresina. A vida nos levou por diferentes caminhos, mas a amizade permaneceu. Por isso, estar ali para fazer essa saudação foi uma grande honra e, sobretudo, um momento de muita emoção”, diz Dr. Raimundo.
Uma homenagem que ultrapassa o livro
Para Dr. Raimundo Leal, aquele momento teve um significado particularmente especial: reencontrar, através das lembranças, o amigo que conheceu ainda nos tempos de escola.
“Algumas pessoas passam pela nossa vida. Outras permanecem nela, mesmo quando já não estão fisicamente presentes. Stanley é uma dessas pessoas. A amizade que começou no Diocesano permanece na memória e no coração.”
Ao fazer sua saudação, Dr. Raimundo Leal não falou apenas sobre a trajetória de um médico. Falou sobre um amigo.
Um amigo que conheceu menino.
Um amigo com quem dividiu os bancos do Colégio Diocesano.
Um amigo cuja trajetória acompanhou ao longo dos anos.
E, sobretudo, um amigo cuja história agora permanece registrada também nas páginas de um livro.




